No que acreditamos?

A tendência é acreditarmos com maior convicção, com mais fé, nas verdades que descobrimos por nós mesmos; são as mais simples e as mais úteis para cuidarmos do nosso corpo e da nossa mente, para preparar e para aprimorar nosso espaço vital, nossa moradia e nossas relações afetivas.

A seleção do que sabemos e do que queremos para nós mesmos ajuda a construir nossa filosofia de vida, nossa tranquilidade, nosso bem-estar.

IMEDIATISMO

Insatisfeitos com a rapidez com que passam pela vida, os humanos inventam máquinas cada vez mais velozes para chegarem logo ao infinito. Essas ânsias desgastam, corroem e abreviam vivências.

As plantas, sem pés e sem pernas, se agarram no solo pelas raízes. Sem pressa, constroem florestas, dominam a natureza e contribuem para saúde de todos os seres vivos.

Os melhores caminhos são os que construímos por e para nós mesmos e não os caminhos que encontramos prontos ou aqueles que nos oferecem ‘de graça’. Nada é gratuito. A gratuidade é uma ilusão que compramos por alto preço.

SABEDORIA DA HUMILDADE

Conheço parcialmente, estudo, (re)conheço, valorizo, alimento e cuido de meu corpo. Confio nele (Fé na Vida) e procuro interagir de forma o mais consciente possível, analisando e mantendo meu viver dentro de limites cada vez mais estreitos; sem frustrações, mágoas ou tristezas.

As plantas e os animais guardam em seus corpos a sabedoria acumulada em dezenas de milhares de anos. A minha principal aprendizagem possível sempre será sobre o funcionamento dos seres vivos, como sobrevivem em meio aos comportamentos absurdos dos Sapiens Sapiens.

Cada ser vivo, do microscópico ao colossal, desenvolveu capacidades para bem aproveitar as condições naturais e para evitar os desequilíbrios da soberba, da arrogância e da estupidez de grande parte dos nossos conviventes na Planeta Terra.